terça-feira, 2 de dezembro de 2008

POEIRA DAQUI, POEIRA DE LÁ.

Ultimamente não tenho conseguido achar muita coisa. Tô ESPONJANDO informação. Se você diz que é, é e pára por aí, porque não tenho conseguido parar pra pensar direito no que você tá dizendo, e não tenho força para tentar des-achar de você. Daí quando eu tenho tempo livre, eu tenho a opção ou de correr atrás de coisas que me interessam, ou de descansar. E tô só na última.
Outra coisa que eu tô fazendo é enrolar pra começar a estudar pra prova. Me baixa a Amélia e começo a querer fazer coisas que jamaaaais faria sob outras pressões.

Que beleza.
Um suspiro daqui,

segunda-feira, 7 de julho de 2008

POR QUE SOU CONTRA A LEI SECA



Ressalva #1 a ler esse texto: eu bebo. Mas quando falo isso, não falo como uma pinguça caída na frente do bueiro. Bebo, ponto. Acho que o bar tem todo um quê socializável. Sou dessas que bota fé na terapia de buteco, porque já tive conversas, descobertas e conhecidos incríveis que surgiram justamente daí.

Não estou phD na lei seca, mas sei o mínimo suficiente para achar alguma coisa. A INTENÇÃO da lei é linda, sou super a favor. Mas pára na intenção.
E o problema, a meu ver, não está no álcool e sim no sistema de transportes. Aliás, adoro essa palavra "sistema". Porque no fundo é tudo culpa do "sistema" .

Antes mesmo da lei seca, nós temos um problema de trânsito. E o problema de trânsito só confirma minha teoria: SP tem overdose de tudo.
Eu boto fé de que SE os ônibus fossem diferentes (e falo isso como usuária sofrida) em termos de frota, demanda e horários e SE taxi fosse algo mais acessível, a lei faria mais sentido. O raciocínio seria "vou beber, não vou de carro, porque tenho outras opções confortáveis e acessíveis". Mas não.

Aí você pode até pensar: faz rodízio de quem vai beber.
NAONDJI!

Ou então: bebe em casa.
AINDA NÃO CHEGAMOS NESSE NÍVEL.

Ou seja... puta lei FURADA. Polêmica, mas furada.
eu DEPENDO de internet,
não sei você.


Quanto a Telefônica entrou em crise na semana passada, eu não entrei em crise, mas tudo o que eu precisava fazer ficou bloqueado. Trabalhei menos de 20% do que trabalharia num dia normal, o que foi brutalmente jogado para o dia seguinte como uma overdose de e-mails corporativos, mas pensei: há de se sobreviver. Sobreviver, sobrevivi. Viver, não vivi.

Das coisas que eu precisava fazer e no processo mental de COMO FAZER, meu cérebro quase que SEMPRE passava pelo SITE, pelo GOOGlE e eu acabava por deixar para o dia seguinte. Não tinha jeito.

Já inclui na minha rotina a página inicial do UOL, os e-emails e o orkut e isso é tão "obrigatório" quanto escovar os dentes e pentear o cabelo para ir para a rua.

Aí aqui você poderia fazer um discurso bem do tipo internet-como-perda-de-tempo, mas isso tudo depende do uso que você faz dela. No meu caso, acho que equilibro bem a parte inútil, a parte social e a parte informativa.
Se for rankear as últimas "fontes" das minhas últimas descobertas, 99% de ser algo que li na web e não na revista, muito menos na TV.

No avião, ouvi o BIG HEAD da HP falando de um projeto de criar um único profile para todos os sites que acessamos. Achei o máximo. Poder me livrar dos QUILOS de senhas, o máximo. Meu perfil num lugar só. Pra comprar, enviar nome para lista, etc e tal.

Aí nesse universo paralelo ainda tem gente que quer ser preservado. Tipo colocar cadeado no ORKUT. Mas que merda. Eu DUVIDO muito que alguém tenha orkut para manter contato com os amigos. De início, você tem orkut para reencontrar pessoas da escola e começar a entender porque nas festas de reencontro da "5ª série A" só vai meia dúzia de gente - aquela velha coisa "o tempo muda, faz seus estragos, etc e tal". Depois você sabe que o orkut é um puta hobbie inútil de acompanhar a vida dos outros. Em seguida, vem as pessoas MUITO POPULARES. No scrap, no add.. E, por favor, né. Você não precisa do orkut para manter contato com os amigos.

Mas a internet e o Google são tudo na vida. Já cansei de achar delivery via internet, acho o máximo. E o Gmail, em específico, tem o dom de linkar o conteúdo do email com um merchandising ou frase de impacto de cabeçalho.

Eu estava prestes a falar que esses mecanismos de pesquisas conseguem me conhecer com meia dúzia de teclas digitadas. Mas aí eu estava escrevendo um e-mail pré-aniversário, com todo meu linguajar viado, falando CHEGAY, FECHAY, etc. e recebi um email de ofertas do Submarino com o título: DIVERTIDAY.
Fui ver as ofertas que o DIVERTIDAY tinha para mim:

Hoje é Divertiday no Submarino e por isso preparamos para você ótimas ofertas nesse dia. Temos CDs, DVDs, livros e games com frete grátis para todo o Brasil nas compras de 2 ou mais itens. Não vai faltar motivos para você se divertir.

CD da CLAUDIA LEITE.
DVD do RESIDENT EVIL.
LIVRO "O SEGREDO".
CD do FRESNO.


Porra, cara! Não acertaram UMA!
Até perdi o fio...
eu tenho BLOGS desde julho de 2001.
'bora aumentar o número.